sábado, 11 de fevereiro de 2012

Mudar para Inovar!

MECANISMO DE
APOIO A INOVAÇÃO

Lá em 2008(17 de Abril), participei do evento promovido pelo SEBRAE-RJ(Serviço Braseileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas) com apoio do FINEP(Financiadora de Estudos e Projetos), do encontro para discutir: Mecanismos de Apoio a Inovação, abordando temas de: "Inovação na MPE", "Recursos não Reembolsáveis para (Pesquisa Desenvolvimento e Inovação - P,D&I) e "Venture Capital". Um encontro com o objetivo de estimular e incentivar os processos de Inovação nas MPEs.

A ocasião foi marcada pela participação de estudantes, futuros empreendedores, empreendedores locais, empresários e demais interessados. De lá pra cá, venho refletindo sobre essa necessidade contínua seja para empresas ou profissionais a urgência de inovar. E o ponto mais instigante é refletir sobre a importância do acesso e uso de tecnologia nas empresas, já que apesar de todo o incentivo governamental no estimulo para Inovação, os entraves principalmente na Cultura Empresarial, vigente no mercado é um legado ainda dos períodos da (Revolução Industrial) que ainda não nos permite uma real compreensão deste atual cenário competitivo global.

Segue um curtissímo draf do que deixei de registro(anotação) do que levei para pensar no evento. vamos lá.

Segundo a ANPEI(Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras), em seu material de apoio a Inovação:(Pag.: 13) "O Decreto 5.798, de 07 de Junho de 2006, que regulamenta a lei 11.196(mais conhecida com a Lei do Bem), define inovação tecnológica como sendo "a concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionabilidades ou caracteristicas ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado.

A partir da sua terceira edição, publicada em 2005, o manual de Oslo, editado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico(OCDE), responsável pelas definições muldialmente adotadas sobre inovação, traz uma importante modificação: expandiu o conceito de inovação, incluindo o setor de serviços e retirando a palavra "tecnológica" da definição de inovação, ou seja, é possível se fazer inovação em produtos, em processos, em serviços, em marketing e sem sistemas organizacionais. Contúdo, é importante ressaltar que as definições constante nos itens I e II do Art. 2º do Decreto supramencionado estão baseadas nas recomendações do Manual de Frescatti e não no Manual de Oslo - mas abrangente e flexível quanto as definições e metodologias de inovação tecnológica".

Considerei no dia do encontro, pensar um pouco mais sobre a importância urgente de inovar em Marketing e em Processos, nessa expansão do conceito de Inovação. Diante das mudanças globais que vivenciamos hoje, que em muitos casos podemos observar que o marketing para muitas micro e pequenas empresas ainda encontra-se nos entraves que mencionei anteriormente, um marketing sem dialogo, pautado somente na comunicação.

Será que a (Cultura Organizacional) das MPEs. está aberta para esta mudança radical para o dialogo em vez de comunicar. Será que as mesmas, estão apropriando-se do aspecto inovador das plataformas midiáticas?. Ou ainda consideram que as plataformas midiáticas é um meio: desnecessário, desprodutivo ou até mesmo modista.

Inovar em culturas organizacionais que ainda remonta aos modelos industriais é um desafio gigantesco, pois remontar o mindset para este cenário convergente e midiático de hoje não é um processo tão somente incremental mas disruptivo, que terá que começar em algum momento, se de fato para essas tais MPEs., intenciona-se a construir diferencias competitivos que garatam a sua sobrevivência num mercado, onde os novos modelos de consumo, interação e de negócios, tornam-se cada vez mais imperativos.

E nos processos, também temos entraves que dificultam a pulverização de cultura inovativa nas MPEs., já que também para muitas a cultura mandatório ainda é notória, gerando um antagonismo crônico com o próprio mercado que busca nos modelos: colaborativos, participativos e interativos, respostas aos desafios de um mercado: conectado, convergente e midiático.

Dessa forma essas e tantas outras instigantes indagações, fultuaram nas folhas de meu bloco de anotações, conectando ponderamentos e cenários dessas imensas mudanças de hoje no mercado organizacional e profissional.

É isso pessoal, INOVE!.

@bs.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Dê olho na rede rsrsss

WORKSHOP ENDEAVOR
PRECIFICAÇÃO: CRITÉRIOS ESSENCIAIS


Participei no dia 30/07/2011, do workshop que faz parte do programa de Workshops Endeavor Brasil 2011, com o tema: PRECIFICAÇÃO: CRITÉRIOS ESSENCIAIS. Um tema que inundou o auditório do teatro SESI ao lado do FIRJAN-RJ(Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), com a discussão sobre a realidade da precificação de produtos e serviços.

Este encontro foi promovido pelo IEL-RJ(Instituto Euvaldo Lodi), com o objetivo de estimular e incentivar os cuidados necessários nos processos de construção de preço(valor real) de produtos e serviços, num mercado hiper-competitivo e global.O keynote principal deste workshop ficou por conta do Roberto Assef, diretor da Lucre Consultoria e consultor voluntario da Endeavor desde 2010. Este encontro teve a participação de empreendedores locais, estudantes, acadêmicos, empresários e demais interessados. Segue um curto draft do que levei para pensar no evento. vamos lá!.

Um tema que impulsionou-me a refletir sobre a gestão financeira de projetos, produtos, serviços e da cultura de gestão de valor num mercado o qual novas ondas de processos de monetização têm mobilizado e questionado o que entendemos de construção de valor nos: Produtos, Serviços, Projetos, Trabalhos(refiro-me a questão do valor da minha e da sua prezado leitor, da produtividade em uma empresa, ou no próprio negócio), e tantas outras questões interessantes das imensas mudanças promovidas pelas novas tecnologias.

Durante o evento fiquei interrogando-me sobre o que fazer neste novo cenário mercadológico que não bate mais na nossa porta, ou melhor ele já entrou e faz parte do nosso dia-a-dia seja organizacional ou profissional norteando nossas ações. Um mercado global guiado pelo avanço sem fronteiras das plataformas digitais, plataformas sociais(leia: redes sociais), conectividade movel e tantas outras realidades digitais, nos dizendo que: Que há novos meios, novas formas, novos arranjos, para novas construções de resultados, seja no marketing, na comunicação, no trabalho, nos negócios e muito mais... E é sobre essas novas formas de construir resultados que intencionei refletir no workshop levando as considerações desses novos meios que articula novas construções de valor e precificação.

O meio digital têm revolucionado as estruturas organizacionais, mercados e modelos de trabalho, esboçando novos cenarios competitivos baseados numa nova construção de valor, a exemplo do (commons-based peer production).

Essa nova produção baseada na produção social digital ou simplismente o seu modelo que têm por fundamento o uso dos novos meios midiáticos para o engajamento colaborativo, participativo e interativo na construção de valores e desenvolvimento inovativo. Têm re-modelado o que entendemos de modelo de trabalho e negócios.

Isso chama-me muito a atenção pois o real valor de um produto, serviço ou negócio que esta sendo mediado nesses novos meios digitais em escala global, fomentou novos arranjos para o marketing, comunicação e os processos tradicionais de contrução de preço. E agora com a inserção e uso massivo desses meios midiáticos tudo torna-se mais complexo.

Dessa forma cada vez mais as empresas e profissionais estão buscando nesses novos meios midiáticos, por meio da interação, compartilhamento, cooperação e volutarierado, mapear e construir reais precificações e agregações de valores para suas marcas, projetos, negócios, trabalho, serviços e muito mais....

È isso pessoal.

@bs.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

E por ai, o que se faz?

SEMINÁRIO EMPREENDER
ESTRATÉGIAS INOVADORAS

Participei no dia 18/11/11 do Seminário EMPREENDER: Estratégias Inovadoras no Estado do Ceará, um evento de grande expressão que reuniu palestrantes conversando sobre: Inovação, Estratégias e Tecnologias. Juntamente com um público formado por estudantes, acadêmicos, empreendedores individuias, gestores de pequenas e médias empresas e demais interessados, este evento pecorreu o interior do Estado(CE) fomentando conhecimento estratégico e inovativo afim de acelerar o processo de desenvolvimento local. Sendo assim tive um interesse em participar de uma das ações nessa rota de publicação do seminário na Cidade de Tauá.

Um município com um forte vocação para cultura digital e também um local estrategicamente escolido pela empresa MPX empresa do Grupo EBX para a instalação da maior indústria de energia limpa comercial da América Latina, um projeto inovador o primeiro no Brasil. Esta iniciativa inédita chamou-me a atenção nesse desenvolvimento inovativo local, impulsionando-me a participar do seminário neste município. Como sempre segue um curto draft do que levei para pensar no evento. Vamos lá!.

As novas mídias têm provocado e mobilizado mudanças sem precedente no estilo de vida das cidades um impacto sem precedente no dia a dia das pessoas pelo mundo afora. Colocando-se a refletir sobre esse impacto global dessas novas demandas que influência os negócios, carreira e tantas outras coisas nesse mercado digital, reforçamos um insight de que essa percepção dê praticidade, atratividade e facilidade têm gerado a nível global novas experiências para seus usuários, reinventando uma nova forma de relacionamento, trabalho, educação, produção e difusão de conhecimento.

É exatamente esta nova oportunidade de fazer muitas coisas de diversas formas com diferentes respostas, que torna-se o objeto preferencial de pesquisa, reflexões e indagações de todos os que procuram novos mercados, novos negócios, novas oportunidades e novos desdobramentos do conhecimento, das coisas que ocorrem com a sociedade e a cultura.

Hoje, nós somos convidados a considerar fortemente que os modelos de gestão sejam de carreira ou organizacional que perpetuaram por décadas vem sendo confrontados por uma realidade global que o MERCADO NÃO É MAIS O MESMO – MUDOU e, esta simples mudança desencadeou novas necessidades, experiências e interesses.

Ficam então as instigantes indagações globais:

■ Como administrar isso?
■ Como utilizar a tecnologia a atender esta nova realidade?
■ Como se posicionar estrategicamente nesta nova
paisagem competitiva?

Nessa vitrine de usos de recursos digitais, as tecnologias desses novos meios mudaram radicalmente a forma com os quais RELACIONAMOS, COLABORAMOS, INFORMAMOS, DIVULGAMOS TRABALHAMOS E APRENDEMOS e também fomentaram essas indagações, provocando assim mudanças que em inúmeros casos são irreversíveis e globais. O impacto dessas mudanças na sociedade e principalmente nas organizações inaugurou um novo modelo dinâmico de produção e comunicação, ou seja, na formação, divulgação e vinculação de conteúdo corporativo e também na produção corporativa e individual de seus profissionais. Este repensar é crucial e estratégico neste novo cenário de mercado. E nisto o Governo Britânico já iniciou o seu processo de adequação para esta realidade de um mercado mais e mais digital.

Torna-se inegável a urgência desse re-pensar de nossas práticas numa sociedade em rede, onde a forma com o qual produzirmos, relacionarmos, colaborarmos, informarmos, divulgarmos, interagirmos, trabalharmos e aprendermos, são resultados irreversíveis dessas mudanças em diversos digo diversos segmentos de mercado, e exclusivamente na influência de uma nova mentalidade profissional onde as expectativas e perspectivas desses profissionais mergulhados nesta atmosfera guiada por plataformas tecnológicas, tal como mídias sociais e plataformas digitais, estabeleceu uma comunicação mais interativa, colaborativa e participativa.

Tenho por reflexão que ser eficiente num mundo cada vez mais interconectado é desenvolver e implementar estratégias que possibilite a apropriação mais inteligente dos recursos digitais.

Os desafios daqui para frente são enormes devido à complexidade de sistemas envolvidos, infra-estrutura, segurança digital de uma sociedade em rede e principalmente numa cultura comercial, de trabalho e de negócios ainda analógicos.

È isso, fico por aqui.

@bs.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Peixe fica fora d´água?

RIO AMBIENTE

Demorei um pouco no post. rsss...


Segue um curto post sobre o importante evento anual realizado no Rio, na sede do FIRJAN-RJ(Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), de 01 a 03 de Junho/2009, reunindo um público de profissionais responsáveis pela responsabilidade social de diversas empresas, ambientalista nacionais e internacionais acadêmicos, ONG´s(Organizações não Governamentais), universidades, instituições de pesquisas e demais interessados no tema. Afim de discutir processos e politicas sustentáveis. Vamos ao draf do que levei para pensar na ocasião, considerando neste post algumas novas informações e mudanças ocorridas no mercado deste então.

O encontro teve uma grade muito intensa e filtrando-a identifiquei temas interessantes de aprendizados. Na ocasião atentei-me a refletir sobre a importância do Global Reporting Initiative (GRI), um relatório de diretrizes para o mercado na aplicação de sustentabilidade e principalmente um dever de casa para todas as organizações, que cada vez mais conscientizam-se de que as politicas mais verdes se traduz numa imagem mais responsável na condução da politica de continuidade dos negócios em seus respectivos mercados como também reflete em novas oportunidades de negócios e na oportunidade de uma gestão mais inteligente dos custos organizacionais.

Atualmente pouco se publica sobre o reflexo dessa postura sustentável no cenário das PME´s(Pequenas e Médias Empresas), ou seja, como as PMEs poderão desenvolver novas estratégicas e o reposicionamento da marca com os seus diferentes públicos numa sociedade cada vez mais preocupada e engajada a politicas mais verdes, politicas estas que ressaltam a qualidade de vida, modelos de negócios mais justos, meio produtivos mais limpos e mais responsáveis.

Considerei oportuno desde o evento a manter alguns rabiscos(nas horas vagas) e refletir nos aprendizados sobre esse tema. Que hoje as vésperas do RIO+20 (a ser realizado em 2012) é o segundo grande momento no mercado nacional(Brasileiro) que desde a ECO92 (RIO92), os governos e demais atores do mercado têm incentivado o amadurecimento ainda maior e urgente dos processos para uma economia mais sustentável e as implicações da não revisão dessas atuais politicas produtivas e seu modelos de trabalho e negócios.

Como discutido no encontro o GRI é um dos principais relatórios de conformidade organizacionais nos processos de sustentabilidade e responsabilidade social do mercado. Por este mapeamento(relatório) visualizam-se as adequações das organizações a uma economia sustêntavel(mais verde). Prezado leitor para mais informações e conhecimento deste relatório, poderá verificar no GLOBAL REPORTING. Sendo assim entende-se que estar em conformidade, ou seja, posicionado com as diretrizes do GRI não somente sinaliza que a organização têm uma politica de sustentabilidade na perspectiva global de economia mais verde, mas também esboça o esforço organizacional:

No mercado para:
*Redução do impacto ambiental de suas atividades;
*Relação comercial mais justa;
*Engajamento dos stakeholders a uma relação negócio mais sustêntavel.

E com o público interno(colaboradores):
*Promovendo a saúde e bem estar;
*Melhoras da Condição de vida e Trabalho;
*E a valorização da capacidade criativa e inovadora de qualquer empresa: Pessoas.

Mesmo com o core profissional voltado a TI busco entender um pouco mais dessa infra-estrutura mais verde e de como as PMEs podem em seu dia-a-dia operacional buscar também a sustentabilidade de suas ações e processos. Este retrato global de sustentabilidade não se refere somente para as grandes organizações mas a todas que buscam em seus mercados uma competitividade mais inteligente, afim de construir diferências e valores mais relevantes e concientes neste novo mercado.

Nas muitas coisas que penso na busca de novos aprendizados interpreto que o aspecto cultural é um dos fatores de maior complexidade nas PMEs, o qual torna-se um fator decisivo na construção de um posicionamento voltado a sustentabilidade. Seja: Na infra-estrutura Tecnológica, Qualidade de Gestão, Ambiente mais funcional(ergonômico) e outros.

O evento possibilitou um aprendizado muito rico e importante para este processo de engajamento e a atitudes que inspiram práticas mais sustentáveis.

Fico por aqui.


@bs.

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