Lá em 2008(17 de Abril), participei do evento promovido pelo SEBRAE-RJ(Serviço Braseileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas) com apoio do FINEP(Financiadora de Estudos e Projetos), do encontro para discutir: Mecanismos de Apoio a Inovação, abordando temas de: "Inovação na MPE", "Recursos não Reembolsáveis para (Pesquisa Desenvolvimento e Inovação - P,D&I) e "Venture Capital". Um encontro com o objetivo de estimular e incentivar os processos de Inovação nas MPEs.
A ocasião foi marcada pela participação de estudantes, futuros empreendedores, empreendedores locais, empresários e demais interessados. De lá pra cá, venho refletindo sobre essa necessidade contínua seja para empresas ou profissionais a urgência de inovar. E o ponto mais instigante é refletir sobre a importância do acesso e uso de tecnologia nas empresas, já que apesar de todo o incentivo governamental no estimulo para Inovação, os entraves principalmente na Cultura Empresarial, vigente no mercado é um legado ainda dos períodos da (Revolução Industrial) que ainda não nos permite uma real compreensão deste atual cenário competitivo global.
Segue um curtissímo draf do que deixei de registro(anotação) do que levei para pensar no evento. vamos lá.
Segundo a ANPEI(Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras), em seu material de apoio a Inovação:(Pag.: 13) "O Decreto 5.798, de 07 de Junho de 2006, que regulamenta a lei 11.196(mais conhecida com a Lei do Bem), define inovação tecnológica como sendo "a concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionabilidades ou caracteristicas ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado.
A partir da sua terceira edição, publicada em 2005, o manual de Oslo, editado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico(OCDE), responsável pelas definições muldialmente adotadas sobre inovação, traz uma importante modificação: expandiu o conceito de inovação, incluindo o setor de serviços e retirando a palavra "tecnológica" da definição de inovação, ou seja, é possível se fazer inovação em produtos, em processos, em serviços, em marketing e sem sistemas organizacionais. Contúdo, é importante ressaltar que as definições constante nos itens I e II do Art. 2º do Decreto supramencionado estão baseadas nas recomendações do Manual de Frescatti e não no Manual de Oslo - mas abrangente e flexível quanto as definições e metodologias de inovação tecnológica".
Considerei no dia do encontro, pensar um pouco mais sobre a importância urgente de inovar em Marketing e em Processos, nessa expansão do conceito de Inovação. Diante das mudanças globais que vivenciamos hoje, que em muitos casos podemos observar que o marketing para muitas micro e pequenas empresas ainda encontra-se nos entraves que mencionei anteriormente, um marketing sem dialogo, pautado somente na comunicação.
Será que a (Cultura Organizacional) das MPEs. está aberta para esta mudança radical para o dialogo em vez de comunicar. Será que as mesmas, estão apropriando-se do aspecto inovador das plataformas midiáticas?. Ou ainda consideram que as plataformas midiáticas é um meio: desnecessário, desprodutivo ou até mesmo modista.
Inovar em culturas organizacionais que ainda remonta aos modelos industriais é um desafio gigantesco, pois remontar o mindset para este cenário convergente e midiático de hoje não é um processo tão somente incremental mas disruptivo, que terá que começar em algum momento, se de fato para essas tais MPEs., intenciona-se a construir diferencias competitivos que garatam a sua sobrevivência num mercado, onde os novos modelos de consumo, interação e de negócios, tornam-se cada vez mais imperativos.
E nos processos, também temos entraves que dificultam a pulverização de cultura inovativa nas MPEs., já que também para muitas a cultura mandatório ainda é notória, gerando um antagonismo crônico com o próprio mercado que busca nos modelos: colaborativos, participativos e interativos, respostas aos desafios de um mercado: conectado, convergente e midiático.
Dessa forma essas e tantas outras instigantes indagações, fultuaram nas folhas de meu bloco de anotações, conectando ponderamentos e cenários dessas imensas mudanças de hoje no mercado organizacional e profissional.
É isso pessoal, INOVE!.
@bs.


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